A eterna busca pela eficiência na comunicação nos trouxe ao ponto em que hoje vivemos: a era do imediatismo! Em uma visão macroscópica, percebemos como a revolução digital impactou as relações das civilizações modernas, otimizando o repasse de informações em todas as suas formas.

É com isso em mente que decidimos preparar este artigo, em que esclarecemos o protagonismo do backbone em TI. Ficou interessado no assunto? Confere nosso post e boa leitura!

O que é backbone?

Primeiro, devemos “atacar” o significado generalista desse conceito. Backbone é uma terminologia inglesa que remete à espinha dorsal da infraestrutura online. Mas, afinal de contas, por que ela recebe esse nome estranho? Pois bem, perceba que isso acontece porque o backbone tem uma função comparável à coluna vertebral na anatomia humana, garantindo a conexão e repasse de bits de informação: ora fluidos vitais na biologia, outrora dados na tecnologia.

Sendo assim, consideramos essas estruturas como as responsáveis pela canalização de todas as informações existentes no ambiente virtual, identificando remetentes, deslocando os dados e repassando aos destinatários. Em um exemplo lúdico, podemos utilizar a simples navegação web. Digamos que você, durante uma pausa no expediente, decide procurar um site belga especializado em chocolates.

O Google, bem como a navegação tradicional, pode nos fazer acreditar nos aspectos meramente mágicos desse procedimento. Mas você, como profissional de TI, reconhece a engenhosidade por trás do minimalismo.

Afinal de contas, ao simples acesso no domínio “.BE” deste exemplo, você estará emitindo uma solicitação de endereço que será repassada ao backbone brasileiro, ou regional a qualquer outro país em que você esteja; que alcançará pontos de transmissão aos servidores dos demais países para, somente então, encontrar o backbone belga, identificando a existência da url e retornando o resultado para você.

Mas ressaltamos que, apesar do aspecto over the air de toda a operação, vale lembrar que os backbones são constituídos por estruturas físicas, sendo, portanto, extensos cabeamentos de fibra ótica que garantem a comunicação global em uma complexa malha de artérias.

Quais são os principais benefícios do backbone em TI?

Mas, afinal de contas, qual a utilização prática dessa infraestrutura no cotidiano das empresas de TI? Para responder essa curiosidade, elencamos as três principais vantagens inerentes a esse investimento. Confira!

Acessibilidade

Apesar de contar com um conceito profundamente complexo, que beira os blockbusters de ficção científica, vale lembrar que a utilização dos backbones é bastante acessível. Mas, aqui, perceba: a utilização, e não a posse! Afinal de contas, a criação de espinhas próprias à sua operação demanda muitos recursos.

Mas nada o impede de contratar esses serviços de uma empresa de telecomunicações, que se encarregará de todos os pormenores técnicos para o funcionamento da estrutura. Como você bem sabe, o setor tecnológico exige constantes investimentos em velocidade, eficiência e confiabilidade.

Competitividade

Fato: as empresas que investem em soluções de backbone apresentam uma grande vantagem competitiva em seus segmentos, já que essas infraestruturas permitem a otimização de toda a força de trabalho tecnológica, impactando:

  • o orçamento — com reduções drásticas em manutenções, novas implementações e afins;
  • a produtividade — com a alavancagem das velocidades de navegação (down e up), bem como agilizando todos os procedimentos inerentes ao uso da rede.

Flexibilidade

Por conta da drástica redução da aplicação de recursos em obras estruturais, a empresa ganha mais fôlego e espaço para repensar suas estratégias de expansão. Assim, pode contar com a confiabilidade e robustez do backbone para refletir sobre a aplicação de novas tecnologias que agilizem a operação, aumentem a clientela e expandam o faturamento.

Por fim, podemos lembrar da cronologia do backbone no Brasil, em que destacamos as limitações atuais da infraestrutura nacional, que permite o repasse imediato de 10 Gb por segundo. No entanto, existem sinalizações políticas e corporativas para alavancar essa marca, sugerindo o tráfego de 100 Gbps de dados em um futuro próximo.

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Paula Porto
Autor

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