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O conceito de cloud computing está sendo cada vez mais difundido entre as empresas e, principalmente, entre os MSPs — Management Service Provider —, como uma forma de reduzir custos e melhorar o controle sobre servidores.

Em um mundo em que é cada vez menos necessário se deslocar para realizar a prestação de serviços em TI, por conta da utilização de acessos remotos e outras soluções, migrar os servidores de seus clientes para a nuvem pode ser a resposta para minimizar ainda mais os seus custos e facilitar o seu trabalho.

Neste post, nosso objetivo é trazer o máximo de informações possíveis, demonstrando que a migração de servidores para a nuvem pode trazer uma série de vantagens para um MSP. Continue conosco até o final e entenda mais.

O que é cloud computing?

Mesmo que o termo seja altamente utilizado pela TI, ele já está um pouco desgastado e a verdade é que muitos gestores não têm um entendimento real do que é e como funciona a cloud computing na prática.

Podemos definir esse conceito como a execução de sistemas, serviços e outras soluções em servidores web, que podem ser de uso restrito ou compartilhados entre vários usuários, sem que nenhum deles tenha consciência de que dividem o recurso.

Virtualização e servidores de alta performance são a resposta para como isso é possível, sendo que seu time de TI não precisa se preocupar em lidar com o hardware em si, apenas manter as configurações adequadas para o seu cliente.

Dessa forma, por meio de uma conexão de rede, seus clientes poderão se conectar aos seus servidores em nuvem seu conjunto de recursos previamente definidos, sem nenhum tipo de problema e com performance e segurança garantidos pelo provedor do serviço.

Cloud computing é um conceito muito versátil, permitindo que os servidores em nuvem possam ser utilizados para os mais variados fins e trazendo uma série de benefícios. Por exemplo, pode-se manter um servidor em nuvem rodando o ERP de seu cliente.

Além disso, sistemas virtualizados, como os utilizados na cloud computing, têm um desempenho melhor e são muito mais simples de lidar, podendo ser configurados rapidamente, permitindo mais escalabilidade e performance.

Existem diferentes formas de utilizar o conceito de nuvem e, a depender das demandas de seu cliente, é possível realizar a combinação de ferramentas e conceitos para fornecer o melhor serviço gerenciado de TI, adequado às suas necessidades. Podemos dividir o termo em 3 formas básicas de aplicação.

1. Nuvem Pública

Um dos principais modelos de aplicação hoje é a nuvem pública, um conceito no qual existe a contratação de um servidor virtualizado compartilhado ou não, em um ambiente de uma terceira empresa.

Dentro desse cenário, existem diversos recursos, sob controle de um fornecedor, que são compartilhados entre os usuários de acordo com as suas demandas em geral, sendo que todas as configurações são realizadas por meio de softwares, sem contato direto com o hardware.

Como se trata de algo compartilhado, o custo desse modelo de implementação de cloud computing é muito menor, tornando o serviço muito econômico e permitindo o seu uso para os mais diversos fins de forma simples e rápida.

Como se trata de uma solução de virtualização, o usuário tem pouco controle geral acerca do servidor, sendo que se limita às possibilidades que o fornecer permite em termos de hardware e políticas de segurança e privacidade.

Nesse caso, o fornecedor é o principal responsável por manter o funcionamento dos servidores, realizar manutenções e atualizações, sendo que o custo geral dessas implementações já constam na assinatura do serviço.

Esse modelo de cloud é adotado, principalmente, como forma de reduzir custos em empresas que não demandam muitas exigências nas configurações de seus servidores e utilizam soluções mais genéricas.

2. Nuvem privada

A nuvem privada é um modelo semelhante ao anterior, mas, nesse caso, a empresa compra e mantém o servidor, porém, ele está conectado em rede e permite o acesso de qualquer local do mundo.

Quando falamos em MSP, podemos concluir que, nesse modelo de solução, o prestador de serviços pode instalar o servidor remoto, em nuvem, dentro de sua empresa. Sendo assim, fica muito mais simples e rápido prestar o suporte de TI.

Aqui, o MSP deve realizar todas as rotinas ligadas à manutenção e atualização dos servidores de um modo geral, ou seja, administrar realmente toda a montagem do servidor e sua configuração de acordo com o que o cliente espera ou demanda.

Além de exigir um investimento maior, afinal, os equipamentos deverão ser todos adquiridos, existe também a necessidade de um espaço apropriado, com ótima conexão de internet e refrigeração própria para os equipamentos.

Por outro lado, é possível ter mais controle acerca das características da solução de nuvem, uma vez que seu time de TI poderá ter total acesso aos hardwares utilizados e políticas de segurança, por exemplo.

Esse modelo de implementação de nuvem é muito utilizado por empresas que trabalham diretamente com dados sigilosos e preferem prover sua própria segurança da informação por meio de um controle maior sobre os servidores em nuvem.

Além disso, no caso de seu cliente trabalhar com sistemas mais específicos, que necessitem de determinadas configurações, as soluções públicas podem não estar aptas a prover suas demandas, o que leva à implantação de uma solução privada.

Esse modelo de implementação de cloud computing traz todas as vantagens em comparação com um servidor local e permite muito mais controle, sendo uma ótima solução em determinados casos.

3. Nuvem híbrida

Ainda existe uma terceira alternativa a quem está buscando utilizar a cloud computing: a nuvem híbrida. Nesse caso, conforme o nome já sugere, existe uma integração entre características dos dois conceitos já apresentados.

O ponto a se alcançar é a flexibilidade, uma das últimas tendências quando o assunto é computação em nuvem. Pode-se aliar os benefícios da nuvem pública com os da nuvem privada para obter a melhor solução possível aos seus clientes.

O MSP pode trabalhar provendo determinados serviços com a utilização do primeiro modelo de implementação, enquanto outros podem utilizar o segundo. Dessa forma, existe uma dinâmica de trabalho eficiente e ágil, pronta para atender todas as demandas que possam surgir.

Além disso, a utilização de um modelo híbrido não é apenas uma solução para fazer uso de um ambiente público e outro privado, mas uma forma de obter vantagens estratégicas na manutenção da TI de seus clientes.

Por exemplo, no caso de um serviço rodando em uma nuvem privada e que demanda de escalabilidade, ele pode ser migrado para uma nuvem pública até que novos recursos sejam adicionados à nuvem privada, evitando que o serviço seja prejudicado e ganhando em flexibilidade e produtividade.

Qual a importância da cloud computing para as empresas?

A cloud computing é responsável por garantir uma grande vantagem para as empresas, que é a escalabilidade, permitindo que negócios cresçam conforme a demanda, sem passar por problemas de adaptação tecnológica.

Esse ambiente elástico e escalável fomenta o uso de novas tecnologias e, junto com a transformação digital, é uma das principais responsáveis pelo surgimento de diversas startups e negócios de sucesso atualmente.

Não se trata apenas de detalhes técnicos, mas da eficiência em prover serviços de qualidade e a rapidez com que isso acontece, tendo transformado o modo como as empresas estão enxergando a TI hoje, que se transformou em algo estratégico e fundamental para os negócios.

A cloud computing não é apenas uma solução inovadora, mas um modelo de negócios que permite que diversas empresas, grandes, médias ou pequenas, tenham acesso à tecnologia, mesmo com recursos escassos.

Ou seja, por meio da computação em nuvem, um MSP pode ofertar ótimas soluções aos seus clientes com custos reduzidos, já que toda a infraestrutura necessária pode ser virtualizada com a utilização da cloud.

Por que migrar os servidores para a nuvem?

Mesmo que você já tenha se convencido de que o melhor para seus clientes seja a migração para a nuvem, ainda existem alguns empecilhos, afinal, essa migração é simples de se fazer em novos contratos, mas alguns mais antigos podem trazer resistência e dores de cabeça.

A migração para a nuvem pode gerar uma série de impactos nos processos atuais utilizados na empresa, o que traz resistência e dificuldade de adaptação por parte dos clientes. Contudo, é preciso lembrar do dinamismo que a mudança trará, junto à segurança e confiabilidade. Separamos algumas vantagens da migração para convencer você!

Maior controle de custos

Por muitas vezes, investir em tecnologia pode ser relacionado como um aumento de gastos, o que dificulta o convencimento dos clientes na migração para a nuvem. Porém, em virtude do modelo de negócio flexível proposto pela cloud computing, existe uma redução significativa nos custos da TI dentro das empresas.

Os gastos diretos exigidos pelos servidores, como manutenção, atualização, refrigeração, armazenamento e outros, são totalmente eliminados, uma vez que, na maioria dos casos, serão utilizadas soluções em nuvem pública.

Seus clientes não precisarão mais se preocupar com a troca periódica dos equipamentos, licenciamentos de software ou alocação de recursos, bastando o pagamento mensal da assinatura do serviço em nuvem.

Além disso, utilizar a cloud computing também reduz os custos gerais do MSP, já que não será necessário para você manter uma grande equipe de TI para prestar os suportes técnicos aos clientes, reduzindo também os custos com deslocamentos, uma vez que tudo pode ser feito remotamente.

São equipes de TI menores, atuando de forma muito mais eficiente e ágil, com menores custos de manutenção e uma infraestrutura sempre atualizada de acordo com a demanda de seus clientes.

Como todos os serviços podem ser acessados de forma remota, seus clientes também poderão adotar outras formas de reduzir custos, como o home office, por exemplo, já que seus colaboradores terão acesso aos servidores de qualquer local.

Maior foco em processos críticos

Com boa parte dos sistemas de seus clientes rodando em plataformas na nuvem, seu time de TI poderá desviar o foco de atividades de manutenção, que são repetitivas e desperdiçam tempo, para outras demandas mais interessantes aos seus clientes, gerando valor ao seu negócio.

Como o fornecedor da solução em nuvem se torna o principal responsável por atividades como manutenção, rotinas de backups, recuperação de sistemas, monitoramento de recursos, entre outras, seu time poderá ser redirecionado para inovação, por exemplo.

Dessa forma, a equipe de TI poderá ser responsabilizada por controlar processos críticos, buscar novas tecnologias, expandir os horizontes do negócio, realizar uma real parceria estratégica com o negócio do cliente, trazendo crescimento para ambos os envolvidos.

Maior flexibilidade

A flexibilidade é uma enorme vantagem, sendo algo fundamental para empresas que buscam crescer rapidamente e atingir novos mercados, atraindo novos clientes e fazendo diferentes negócios.

Ao utilizarmos o modelo comum de computação, o crescimento de seus clientes acaba ficando engessado de acordo com a capacidade de implementar novas soluções em servidores locais.

Hoje, em virtude da rapidez do mercado, essa dificuldade de flexibilizar o negócio pode ser um grande problema para os seus clientes, que podem acabar perdendo oportunidades por não contar com a capacidade adequada.

Ofertar serviços que se adéquem às demandas dos clientes pode ser um grande diferencial para um MSP, permitindo aos seus contratantes inovar e estar sempre à frente dos demais concorrentes do mercado.

Dentro desse pacote de flexibilidade podemos incluir o acesso remoto, políticas de home office, novos processos, maior produtividade e segurança.

Maior acesso a dados internos

Ao migrar todos os serviços para a nuvem, também estamos dando um passo adiante em busca de uma melhor gestão estratégica, uma vez que será possível coletar, processar e dispor de dados internos muito mais precisos e confiáveis.

Dessa forma, seu time pode criar relatórios simples e úteis aos seus clientes acerca de como seus recursos tecnológicos estão sendo empregados e o retorno que está sendo obtido. Ao mesmo tempo, a possibilidade de adequar a solução à demanda permite que exista uma capacidade muito maior de processamento de dados e registros.

Você e seu time poderão criar rotinas únicas que agreguem valor à TI como registro de vendas, histórico de receitas, feedback de clientes e outras informações estratégicas que permitirão aos seus parceiros de negócio uma gestão muito mais estratégica.

Maior escalabilidade

Estamos vivendo uma época em que empresas podem surgir e crescer rapidamente, de forma contínua, até se tornarem globais. Portanto, seu time deve estar sempre ciente de que isso pode acontecer com um de seus clientes.

Nesse contexto, uma palavra se torna essencial: a escalabilidade. Trata-se da capacidade de manter um padrão de infraestrutura adequado às demandas dos clientes e em crescimento contínuo, possibilitando a execução das tarefas de acordo com o necessário.

Com a utilização da nuvem, seus clientes terão mais performance e capacidade de realocar seus recursos de tecnologia conforme a demanda que surgir, seja para aumentar ou diminuir, sendo que os custos estão atrelados apenas ao que foi utilizado.

Dessa forma, podemos ter uma gestão orçamentária mais controlada, economizando recursos conforme a sua demanda se apresenta ou não, tendo a certeza de que não importa o tamanho do crescimento do cliente ou sua velocidade, é possível prover os serviços necessários, mantendo sua competitividade.

Lembre-se que, conforme o cliente cresce, sua empresa também cresce, já que ele demandará de apoio estratégico de TI.

Quais são os 4 passos para migrar o servidor para a nuvem?

Agora, que você já conhece as vantagens de migrar seus clientes para a nuvem, chegou a hora de entender como esse processo pode ser realizado, já que não se trata de algo simples e rápido, mas que demanda planejamento.

Boa parte das empresas que busca adotar a nuvem acaba com frustrações ou uma conta muito maior do que havia sido prevista. Isso acontece, basicamente, pela falta de um estudo simples sobre como realizar esse processo.

Seja por falta de conhecimento ou de apoio técnico especializado, o certo é que muito se gasta sem necessidade em uma migração por se subestimar o planejamento necessário para realizar essa atividade com sucesso.

Caso você esteja pensando em migrar seus clientes para a nuvem, é preciso se preparar, além de conversar com cada um deles a fim de traçar as melhores estratégias para garantir uma execução perfeita desse plano. Separamos alguns passos simples, mas que podem fazer a diferença para você e seus clientes.

1. Escolha um provedor adequado

Conforme a cloud computing foi se tornando cada vez mais procurada, surgiram no mercado diversas empresas especializadas em fornecer soluções em nuvem, sendo que cada serviço desse mantém suas particularidades que podem, ou não, ser vantajosas para o seu cliente.

Por se tratar de uma parceria de longo prazo, uma vez que não será realizada uma nova migração tão rápido, é preciso escolher com sabedoria, já que mesmo que a nuvem seja provida por um terceiro, é o nome de sua empresa que estará em jogo.

Uma das empresas mais conceituadas do mercado quando falamos em nuvem é a AWS (Amazon Web Services), lançada em 2006, uma das pioneiras no conceito de cloud computing e uma das soluções mais inovadoras hoje.

Virtualmente ilimitada, a solução apresentada pela Amazon mantém recursos de computação, largura de banda e armazenamento totalmente escaláveis com a utilização de um modelo de pagamento por assinatura, conforme os recursos utilizados. Toda a configuração é realizada por meio de alguns cliques em um painel de controle simples e intuitivo.

Entre os serviços ofertados pela AWS temos:

  • serviço de armazenamento simples da Amazon (Amazon S3);
  • Amazon Elastic Computer Cloud (EC2);
  • serviço de banco de dados relacional da Amazon (Amazon RDS);
  • Amazon CloudFront;
  • serviço de notificação simples da Amazon (Amazon SNS);
  • Amazon SimpleDB;
  • nuvem privada virtual da Amazon (Amazon VPC);
  • serviço de fila simples do Amazon (Amazon SQS).

São várias opções de serviços que se adéquam às diferentes demandas que seus clientes possam vir a ter, garantindo que toda e qualquer necessidade estará coberta.

2. Busque uma consultoria

Fazer uma primeira migração para a nuvem, mesmo que se conte com uma equipe experiente, pode ser um grande desafio. Além disso, o sucesso está ligado à sua imagem junto aos clientes, sendo que é preciso gerar a melhor experiência possível.

Nesse cenário, o ideal é buscar apoio de uma consultoria especializada, ou seja, um time que já tenha realizado esse tipo de trabalho com sucesso mais de uma vez e que possa auxiliar sua equipe a realizar o melhor trabalho possível.

A experiência adequada é fundamental para evitar erros comuns e obter sucesso rapidamente, sendo que seu time pode absorver o know-how de outros profissionais, evitando problemas que poderiam trazer prejuízos para sua empresa e clientes.

3. Foque no planejamento

O principal erro de quem busca levar serviços e servidores para a nuvem é a preparação, já que se pensa que basta instalar sistemas no servidor remoto e começar a operar. A realidade é muito mais complexa que isso e o planejamento adequado é fundamental.

Entre algumas perguntas que devem ser feitas antes de se realizar a migração estão as que seguem.

O que migrar?

O ideal é realizar a migração aos poucos, optando por levar primeiro aplicativos simples e menos críticos para a nuvem e dedicar muito tempo aos testes, evitando, assim, problemas de compatibilidade.

Além disso, fazer a migração aos poucos permite que seus técnicos tenham uma ideia geral do processo e seu funcionamento, ganhando confiança para realizar a atividade com outros sistemas mais críticos e que demandam mais atenção.

É preciso alterar a arquitetura?

A nuvem é um ambiente de computação diferenciado e, conforme for, pode ser que ele utilize diferentes sistemas operacionais, o que exige algumas alterações na arquitetura de soluções antes de realizar a migração. Atualizações e mudanças podem ser necessárias para que tudo funcione corretamente.

Seu time está pronto?

Nem todo técnico tem o conhecimento adequado para lidar com servidores em nuvem, sendo que isso pode ser um problema. Nesse caso, você pode buscar treinamentos que capacitem a sua equipe para lidar com esse novo desafio.

4. Conduza a migração sem afetar o serviço

Por último vem a fase de realizar a migração propriamente dita, contudo, nesse ponto, é fundamental que o planejamento esteja totalmente finalizado, evitando que ocorram problemas inesperados.

Outro ponto é a não interrupção dos serviços, uma vez que seu cliente deve continuar usufruindo de uma infraestrutura funcional, mesmo enquanto a migração estiver ocorrendo, para evitar que suas atividades sejam prejudicadas.

A depender do tamanho do banco de dados do cliente, é possível aplicar diferentes técnicas para se copiar tudo, lembrando que caso a migração seja considerada pequena, uma conexão normal de internet é capaz de lidar com ela.

Contudo, caso a carga de trabalho seja maior, é possível que seja necessário utilizar a compactação ou investir em links de internet mais robustos para lidar com a demanda. Outra possibilidade é enviar unidades físicas ao provedor, evitando custos de banda.

Chegamos ao final deste post acerca da cloud computing, suas vantagens para um MSP e como implementá-la. Esperamos que todos os conhecimentos descritos aqui possam ser relevantes para o seu dia a dia.

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Rodrigo Gazola
Autor

Com muitos anos de experiencia em TI, trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana, dá aula sobre excelência em workaholic. Apesar de ser especialista em MSP, adora quando o assunto é backup. Rodrigo esbanja bom humor (diz a lenda que seu segredo é cerveja, churrasco e Rock'N'Roll) e é o mais ativo daqui, já até pensou em rodar o mundo em cima da sua bike.

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