Contar com um bom gerenciamento de patches é primordial para manter o seu negócio sempre em operação. Estamos na Era Digital e é preciso estar atento às tendências da tecnologia. Sistemas automatizados surgem a todo instante e saber lidar com essas ferramentas pode ser um diferencial de mercado.

Os modelos de negócios escaláveis utilizam as comodidades da tecnologia para automatizar as atualizações de softwares e ganhar tempo livre para as demandas mais prioritárias. Conhecer as boas práticas de gerenciamento de patches pode facilitar ainda mais esse processo.

O que é o gerenciamento de patches?

Trata-se do termo em inglês Patch Management que significa, literalmente, remendo. A finalidade desses “remendos” é corrigir disfunções que ocorrem nos softwares, ou seja, nada mais são do que atualizações de código nos sistemas operacionais. Consiste nas tarefas de gerenciar os patches disponíveis, alocar as correções para os programas, ajustar as instalações e documentar os procedimentos executados.

A ideia é manter estações de trabalho, servidores, aplicativos e softwares atualizados automaticamente, sem onerar as prioridades do seu negócio. Ficou interessado no assunto? Então, conheça as 3 práticas para um bom gerenciamento de patches na sua empresa. Venha comigo!

1. Escaneamentos frequentes

Os sistemas de gerenciamento de patches realizam escaneamentos frequentes dos itens de configuração. Trata-se de uma estratégia para se antever aos eventuais problemas de atualização e corrigi-los preventivamente. Todo esse processo ocorre de forma transparente para os usuários dos computadores. Contar com essa varredura automática faz com que sua equipe possa se concentrar em demandas mais relevantes para o seu negócio.

Essa abordagem se baseia no conceito de Software Development Lifecycle (SDLC) e permite o aumento da segurança do armazenamento na sua rede de dados. Entender um pouco mais sobre as rotinas de backup e a norma ISO 17799 também é interessante para que as informações da sua empresa fiquem sempre sincronizadas e disponíveis.

2. Inventário dos ativos de TI

Gerenciar a infraestrutura tecnológica de uma empresa é uma tarefa complexa e com muitos detalhes. É preciso mapear todos os itens da rede para que o inventário dos ativos de TI esteja sempre atualizado e com informações consistentes. O intuito é proteger o seu negócio de possíveis incidentes técnicos.

O mapeamento dos patches facilita o trabalho da sua equipe de TI em caso de eventuais problemas com a infraestrutura de TI. Esses procedimentos são integráveis às tecnologias de antivírus gerenciado e viabilizam melhorias na segurança das informações da sua empresa como um todo.

3. Aplicação periódica dos patches de correção

O objetivo do gerenciamento de patches é, justamente, aplicar as correções nos sistemas operacionais antes que problemas de configuração ocorram. O período de aplicação dessas atualizações pode variar de acordo com o tamanho da sua empresa, número de estações de trabalho e volume de dados trafegados na rede. Trata-se do conceito de ciclos de updates.

Essa aplicação periódica dos patches de correção precisa estar alinhada com as rotinas do seu inventário de rede. A integração dessas tecnologias permite um aumento da produtividade das suas equipes de TI como um todo.

Enfim, as melhores rotinas para gerenciamento de patches são um facilitador dos seus processos de negócios. Contar com um apoio especializado do sistema SolarWinds ® RMM pode melhorar muito a performance da sua empresa no longo prazo.

Estas são as 3 boas práticas para um bom gerenciamento de patches na sua empresa. Ficou interessado? Então, entre em contato e veja como podemos de ajudá-lo a ajudar seus clientes. Será um prazer atendê-lo!

Rodrigo Gazola
Autor

Com muitos anos de experiencia em TI, trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana, dá aula sobre excelência em workaholic. Apesar de ser especialista em MSP, adora quando o assunto é backup. Rodrigo esbanja bom humor (diz a lenda que seu segredo é cerveja, churrasco e Rock'N'Roll) e é o mais ativo daqui, já até pensou em rodar o mundo em cima da sua bike.

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